Quero crescer mas não tenho recursos

[/av_textblock] [av_textblock size=” font_color=” color=”] É comum que o empresário enxergue ótimas oportunidades de crescimento para seu negócio, mas não consiga colocá-las em prática por falta de recursos financeiros.

Só que não precisa ser assim. Para não deixar a chance passar e nem abrir espaço apara os concorrentes ocuparem novos mercados, o empresário pode adotar alguma das medidas a seguir:

Pedir um financiamento bancário subsidiado costuma custar caro

Prós e contras: É o tipo de crédito mais fácil de captar. Porém, ainda que os juros sejam subsidiados (como das linhas do BNDES, por exemplo), o custo desse tipo de financiamento costuma ser alto – o que pode tornar o plano de expansão inviável.

Buscar um sócio investidor pode custar o controle da empresa

Prós e contras: Contanto que os sócios tenham objetivos comuns, perfis compatíveis e expectativas semelhantes em relação ao futuro da empresa, a sociedade pode ser uma ótima alternativa para financiar o crescimento do negócio. A principal desvantagem é que o fundador terá que abrir mão de parte do controle da empresa.

Receber o aporte de um fundo de investimento pode custar o controle da empresa

Prós e contras: Empresas que têm um bom potencial de crescimento podem ter acesso a esse tipo de capital. Mas isso implica em seguir as regras estabelecidas pelo fundo, abrir mão de parte do controle da empresa e estar disposto a eventualmente vendê-la quando o potencial de crescimento do negócio se realizar.

Adotar o modelo de franquias permite crescimento rápido sem que o franqueador tenha que dispor de muito capital

Prós e contras: Adotar o modelo de franquias permite que a empresa cresça de forma rápida, pulverizada e sem que o franqueador (dono da marca) tenha que dispor de muito capital – já que serão os próprios franqueados os responsáveis por investir o capital necessário para abertura de novas unidades. Ao franqueador, caberá apenas investir na criação de uma infraestrutura para a rede de franquias.

Porém, embora esse custo seja relativamente baixo, a estruturação de uma empresa franqueadora é um trabalho complexo, que exige rigorosa análise do mercado, elaboração de manuais e treinamentos, além de um estudo profundo do desempenho da empresa. Afinal, sem um modelo de negócio estruturado, testado e aprovado, o franqueador não conseguirá atrair investidores que interessem pela abertura de uma unidade franqueada de sua marca.

Resumindo:

Franquear seu negócio é uma excelente forma de expansão, já que o investimento para abertura de novas unidades é feito pelos franqueados.

Sem um modelo de negócio estruturado, o franqueador não conseguirá atrair investidores. O investimento em consultoria para estruturar a franquia costuma ser menor do que o tempo e dinheiro perdidos quando se tenta fazer sozinho.

 

Author Marcelo Cherto

É presidente e fundador do Grupo Cherto (Cherto Consultoria, Franchise Store e Cherto Atco). Mestre em Direito pela New York University, é um dos fundadores da Associação Brasileira de Franchising (ABF), além de membro da Academia Brasileira de Marketing e do Global Advisory Board da Endeavor. Já escreveu 13 livros sobre Franchising e vendas.

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